Construção da Oficina Ortopédica de Parintins chega a 90% de conclusão

Construção da Oficina Ortopédica de Parintins chega a 90% de conclusão Foto: Isabelle Caroline - SEMINF/ SECOM  Notícia do dia 19/10/2026

A obra da Oficina Ortopédica de Parintins chegou a 90% de conclusão. A estrutura recebeu uma visita técnica com o objetivo de acompanhar o andamento dos serviços. A implantação será um importante reforço para a saúde do município e da região do Baixo Amazonas.

 

Durante a visita, o secretário de Infraestrutura, Albano Albuquerque, destacou a importância do acompanhamento e da fiscalização dos investimentos.

“Mais uma vez estamos aqui acompanhando e fiscalizando as obras da Prefeitura. Recebemos o arquiteto Fernando do Ministério da Saúde para verificar a evolução da obra, os serviços executados e o planejamento para a inauguração. Esse acompanhamento é fundamental para que o prefeito Mateus Assayag possa preparar a entrega e devolver à população parintinense um prédio tão importante para a saúde do município”, afirmou.

 

O secretário municipal de Saúde, Clerton Rodrigues, também ressaltou a importância da parceria institucional para fortalecer a rede pública de atendimento e ampliar o acesso aos serviços especializados. 

 

“Estamos realizando uma visita técnica à estrutura da Oficina Ortopédica de Parintins, recebendo o técnico do Ministério da Saúde para verificar o andamento da obra e acompanhar esse importante investimento. Essa oficina não vem apenas para atender a população parintinense, mas também para beneficiar os moradores de toda a região do Baixo Amazonas. É um marco histórico por ser a primeira oficina ortopédica do interior do Amazonas. O prefeito Mateus Assayag e a vice Vanessa estão realizando um trabalho importante para ampliar o acesso à saúde de qualidade e garantir mais benefícios à população”, destacou .

 

Com 90% dos serviços concluídos, a Oficina Ortopédica deverá ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência oferecida à população de Parintins e da região.

Texto: Isabelle Caroline - SEMINF/ SECOM 

 

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